Contabilidade para franqueado e multifranqueado em São Paulo e Grande São Paulo
Para o franqueado com duas ou mais unidades, ou prestes a abrir a segunda. A GSL organiza royalties e taxas na contabilidade, os relatórios exigidos pela franqueadora, a estrutura de empresas e filiais e o limite do Simples, com 34 anos de escritório e atendimento direto.
Em resumo
Como a GSL atende franqueados com mais de uma unidade?
- Para quem é — franqueados com duas ou mais unidades em São Paulo e na Grande São Paulo, ou prestes a abrir a segunda, com equipe em cada ponto.
- Royalties e publicidade — lançamento correto das taxas da rede e conciliação mensal com o que a franqueadora cobrou.
- Relatórios da franqueadora — demonstrativo no padrão exigido e, da mesma contabilidade, o resultado gerencial do franqueado.
- Estrutura e Simples — estrutura por unidade ou por filial decidida com simulação do faturamento somado.
- Atendimento direto — diagnóstico antes de qualquer proposta, visita presencial e contato com quem cuida da conta.
Para que tipo de franqueado esta contabilidade foi pensada?
Para o franqueado que já opera duas ou mais unidades em São Paulo e na Grande São Paulo, ou está prestes a abrir a segunda. Quem tem equipe em cada ponto, presta contas à franqueadora todo mês e começa a esbarrar no limite do Simples Nacional quando soma as lojas.
A primeira unidade costuma vir com um pacote pronto: a franqueadora indica o sistema, o padrão de relatório e, às vezes, até o contador. Funciona enquanto há uma loja.
Com três, o franqueado vira dono de um pequeno grupo de empresas, e as perguntas mudam: como organizar as empresas, de qual unidade sai o dinheiro da próxima, quanto sobra depois dos royalties.
A GSL tem 34 anos de contabilidade em operações de várias unidades e tributação exigente, como postos de combustível e farmácias, e leva esse rigor para a franquia. O contador do franqueado trabalha para o franqueado: cumpre o padrão da rede e mostra o que o relatório da rede não mostra.
Para o panorama de quem tem várias lojas, veja a contabilidade para redes de lojas.

Como royalties e taxa de publicidade entram na contabilidade?
Royalties e fundo de publicidade são despesas da operação, lançadas todo mês conforme o contrato de franquia. A taxa inicial de franquia tem tratamento contábil diferente, por ser um direito de uso que dura vários anos.
O efeito de cada uma no imposto depende do regime tributário da unidade.
No Simples Nacional e no Lucro Presumido, o imposto é calculado sobre a receita. Royalties e publicidade reduzem o lucro do franqueado, mas não o imposto.
No Lucro Real, entram como despesa na apuração do resultado, observadas as regras de dedutibilidade. Por isso a franquia de margem apertada, depois de pagar a rede, precisa comparar os regimes com cuidado.
Outro ponto é a base de cálculo. Muitos contratos cobram royalties sobre o faturamento bruto, e a apuração da franqueadora nem sempre bate com a contabilidade da unidade: devolução, desconto, venda por aplicativo, taxa de cartão.
A conciliação mensal entre o que a rede cobrou e o que a loja faturou evita pagamento a mais e discussão no fim do contrato.
Na contabilidade bem feita, o franqueado vê o resultado da unidade antes e depois das taxas da rede. É a conta que mostra se o ponto se paga.

Uma empresa por unidade ou filiais: o que é melhor para o multifranqueado?
Depende do contrato de franquia, dos sócios e do faturamento somado. Com filiais, todas as unidades são uma só empresa, com um regime e um balanço.
Com uma empresa por unidade, cada loja tem resultado, sócios e risco separados. Muitas franqueadoras exigem um formato; quando há escolha, ela deve ser feita com conta.
A empresa por unidade facilita vender uma loja sem mexer nas outras, trazer um sócio operador para um ponto específico e isolar o problema de uma unidade ruim. Custa mais para manter: várias contabilidades, várias folhas, várias obrigações.
A filial simplifica a rotina, mas junta tudo no mesmo patrimônio e no mesmo faturamento.
O ponto que mais surpreende o multifranqueado é o Simples Nacional. Ter empresas separadas não garante um limite para cada uma.
Quando o mesmo sócio participa de várias empresas, a legislação prevê hipóteses de somatório das receitas, e passar do teto tira as empresas do regime. A regra tem detalhes e exceções, disponíveis no portal da Receita Federal, e cada caso exige análise antes de assinar o próximo contrato.
A GSL faz essa simulação com o faturamento real das unidades e projeta a próxima. Veja como funciona a contabilidade para grupos e filiais.
Que relatórios a franqueadora exige e como abrir a próxima unidade com a estrutura certa?
A franqueadora costuma pedir demonstrativo de resultado mensal no padrão da rede, comprovação de faturamento e, em alguns contratos, balanço anual. A próxima unidade deve nascer com a estrutura decidida antes: qual empresa, quais sócios, qual regime e de onde vem o dinheiro do investimento.
O relatório da rede serve para a franqueadora comparar unidades. Ele raramente serve para o franqueado decidir, porque segue o plano de contas dela.
A GSL entrega os dois a partir da mesma contabilidade: o demonstrativo no formato exigido, no prazo do contrato, e o resultado gerencial do grupo do franqueado, com cada unidade e o consolidado.
Na expansão, os erros se repetem. A unidade nova é aberta às pressas na empresa que estava à mão.
O investimento sai do caixa de outra loja sem registro, e depois ninguém sabe quem deve a quem. O sócio põe dinheiro pessoal sem formalizar.
Tudo isso se resolve antes da inauguração, com contrato social, capital e empréstimos entre empresas documentados.
Com três ou mais unidades, também vale discutir uma empresa controladora para organizar as participações e a distribuição de lucros, tema que hoje passa pela nova tributação de dividendos. Cada caso exige análise.
Como funciona o atendimento da GSL em contabilidade para franqueados?
O atendimento começa por um diagnóstico da situação atual das unidades, antes de qualquer proposta. Depois vêm o plano, a transição e a rotina mensal, sempre com contato direto com quem cuida da conta, sem call center e com visita presencial à empresa.
- 1. Diagnóstico da situação atual — a GSL analisa a estrutura de empresas e filiais, o regime de cada empresa, o faturamento somado, o lançamento de royalties e taxas e a folha de cada unidade, e mostra onde há risco e onde há custo escondido.
- 2. Proposta e plano — com o retrato na mão, a GSL apresenta o que precisa ser corrigido, em que ordem e o que passa a fazer parte da rotina.
- 3. Implantação ou transição — para quem vem de outro contador, inclusive o indicado pela rede, a GSL recebe a documentação, os acessos e as obrigações em andamento sem parar as vendas nem a folha.
- 4. Rotina com contato direto — fechamento mensal, relatório no padrão da franqueadora, resultado por unidade e conversa com quem conhece o seu grupo.
São 34 anos de escritório e mais de 200 clientes atendidos desse jeito: o dono fala com quem faz o trabalho.

Perguntas frequentes
A partir de quantas unidades o franqueado precisa de uma contabilidade diferente?
A partir da segunda unidade. É quando surgem a escolha entre filial e nova empresa, a soma do faturamento para o limite do Simples e a necessidade de saber o resultado de cada ponto. Com três ou mais, o franqueado administra um grupo de empresas e precisa de contabilidade consolidada.
Royalties reduzem o imposto do franqueado?
Depende do regime. No Simples Nacional e no Lucro Presumido, o imposto incide sobre a receita, então royalties e taxa de publicidade reduzem o lucro, mas não o imposto. No Lucro Real, entram como despesa na apuração, observadas as regras de dedutibilidade. Cada caso exige análise.
Ter uma empresa para cada unidade mantém todas no Simples Nacional?
Não necessariamente. Quando o mesmo sócio participa de mais de uma empresa, a legislação prevê hipóteses em que as receitas são somadas para verificar o limite do regime. A regra tem detalhes e exceções. A GSL simula a situação com o faturamento real antes da abertura da próxima unidade.
A GSL entrega os relatórios no padrão da franqueadora?
Sim. O demonstrativo é preparado no formato e no prazo que o contrato de franquia exige. Da mesma contabilidade sai o resultado gerencial do franqueado, com cada unidade e o consolidado do grupo, que é o que serve para decidir expansão, corte de custo e distribuição de lucro.
Posso trocar o contador indicado pela franqueadora?
Em geral, sim, desde que o contrato de franquia não imponha um prestador específico, o que vale conferir antes. A transição é planejada para não interromper vendas, folha nem relatórios. A GSL recebe a documentação e os acessos, confere os saldos e assume a partir de um fechamento mensal.
Fale com um especialista
Vai abrir a próxima unidade e não sabe em qual empresa nem o que acontece com o Simples? Comece pelo diagnóstico da GSL, antes de assinar o contrato. Falar com um especialista em contabilidade para franqueados no WhatsApp.