Contabilidade para oficinas mecânicas e autopeças em São Paulo e Grande São Paulo
Na mesma ordem de serviço há mão de obra, que paga ISS, e peça, que paga ICMS. A GSL faz a contabilidade para oficina mecânica e loja de autopeças com a nota separada certo e a tributação da peça conferida.
Em resumo
O que a GSL faz pela oficina e pela autopeças?
- Serviço e peça separados: ISS na mão de obra e ICMS na peça, na mesma ordem de serviço.
- Substituição tributária: autopeças com ICMS já recolhido na origem, fora da base de novo.
- Monofásico: PIS e Cofins de autopeças concentrados no fabricante.
- Estoque: peças, sucata e devolução ao fornecedor controladas.
- Folha: mecânicos, comissões e a convenção da categoria.
Por que a oficina mecânica precisa de contabilidade especializada?
A oficina mecânica precisa de contabilidade especializada porque cada ordem de serviço junta dois impostos: o ISS sobre a mão de obra e o ICMS sobre as peças. A Lei Complementar 116/2003, item 14.01 da lista de serviços, tributa o conserto e a manutenção de veículos pelo ISS, mas deixa as peças empregadas sujeitas ao ICMS.
Na prática, a oficina emite a nota fiscal de serviço para a mão de obra e a nota fiscal de mercadoria para as peças, ou o documento que o município e o Estado admitirem para a operação conjunta. Quem lança tudo como serviço, ou tudo como venda, paga o imposto errado nas duas pontas.
A GSL confere o cadastro da oficina na prefeitura e na SEFAZ-SP e a forma de emissão de cada tipo de ordem de serviço.

Como funcionam a substituição tributária e o monofásico das autopeças?
Boa parte das autopeças está sujeita à substituição tributária do ICMS em São Paulo: o imposto é recolhido pelo fabricante ou pelo importador para toda a cadeia, conforme o Regulamento do ICMS (Decreto 45.490/2000) e o Convênio ICMS 142/2018, que organiza as regras gerais do regime. Na revenda, a peça não entra de novo na base do imposto.
No PIS e na Cofins, muitas autopeças têm tributação concentrada no fabricante e no importador pela Lei 10.485/2002. No Simples Nacional, as receitas desses produtos precisam ser separadas na apuração, como manda o art. 18 da Lei Complementar 123/2006.
Sem a separação, a oficina e a loja pagam a mais.
O cadastro fiscal das peças é a base de tudo. A GSL revisa a classificação dos itens mais vendidos e o que o sistema envia para as notas.
O panorama do comércio está em contabilidade para comércio.

Como controlar estoque, sucata e devolução?
Oficina e autopeças trabalham com estoque de giro rápido e de giro lento, peças trocadas por conta do fabricante, devoluções ao fornecedor e sucata das peças trocadas. Cada movimento pede documento: nota de devolução, registro de perda e, na venda de sucata, nota própria.
A GSL organiza o inventário, a conciliação do estoque do sistema com o contábil e o registro das perdas. O controle mostra a margem real das peças e a da mão de obra separadas, que costumam ser bem diferentes.
Para a loja de autopeças com mais de uma unidade, a transferência entre lojas também precisa de nota e controle.
Como fica a folha da oficina?
Mecânicos, eletricistas, funileiros e pintores costumam ter salário fixo mais comissão por serviço, e a comissão entra no cálculo de férias, 13º salário e FGTS. A convenção coletiva da categoria define piso e regras próprias.
Os riscos do ambiente de trabalho também pesam na folha, com os adicionais previstos na lei quando cabíveis.
A GSL calcula a folha com essas regras e mostra o custo de cada profissional por hora vendida. A rotina está em departamento pessoal.
Para a escolha entre Simples e Lucro Presumido, veja planejamento tributário.
Como funciona o atendimento da GSL?
O atendimento começa pela análise da situação atual: forma de emissão das notas, cadastro das peças, apurações recentes, estoque e folha. Com o retrato, a GSL apresenta por escrito o escopo, o honorário e a data em que assume.
A rotina tem contato direto com quem cuida da conta, sem call center, e visita presencial quando o estoque ou a reunião pedem. A GSL atende oficinas e lojas de autopeças em São Paulo e na Grande São Paulo.

Perguntas frequentes
Oficina mecânica paga ISS ou ICMS?
Os dois. A Lei Complementar 116/2003, item 14.01, tributa o conserto e a manutenção de veículos pelo ISS e deixa as peças empregadas sujeitas ao ICMS. Por isso serviço e peça são separados na nota.
Autopeça tem substituição tributária em São Paulo?
Boa parte, sim. O ICMS é recolhido pelo fabricante ou importador para a cadeia, conforme o Regulamento do ICMS de São Paulo e o Convênio ICMS 142/2018. A lista de itens é específica e é conferida produto a produto.
Autopeça paga PIS e Cofins na revenda?
Muitas autopeças têm PIS e Cofins concentrados no fabricante e no importador pela Lei 10.485/2002. Na revenda, essas receitas têm tratamento próprio, e no Simples precisam ser separadas na apuração.
Comissão do mecânico entra nas férias e no 13º?
Entra. A comissão faz parte da remuneração e é considerada no cálculo de férias, 13º salário e FGTS, conforme a média do período.
Como registrar a venda de sucata?
Com nota fiscal própria e o registro da receita. A sucata das peças trocadas tem valor e precisa aparecer na contabilidade.
A GSL atende oficinas pequenas?
Atende da oficina de bairro à loja de autopeças com várias unidades, na capital e na Grande São Paulo.
Fale com a GSL
Na sua oficina, serviço e peça saem separados na nota? A GSL analisa a emissão e o cadastro das peças e apresenta o escopo por escrito. Fale com a GSL no WhatsApp.