Contabilidade para lojas de conveniência em São Paulo e Grande São Paulo
Giro rápido, mix de produtos com tributações diferentes e loja aberta até de madrugada. A GSL faz a contabilidade para loja de conveniência, dentro ou fora do posto, com a mesma equipe que atende postos de combustível há 34 anos.
Em resumo
O que a GSL faz pela loja de conveniência?
- Apuração separada: receitas com substituição tributária e monofásico separadas das demais na apuração.
- Cadastro dos produtos: bebidas, cigarros, alimentos e higiene com a regra fiscal certa no sistema do caixa.
- Estoque: inventário, perdas e validade registrados com documento.
- Folha de turnos: escala, adicional noturno, domingos e feriados.
- Loja no posto: a decisão entre filial do posto e empresa própria, com a conta feita.
O que a GSL faz na contabilidade de uma loja de conveniência?
A GSL faz a escrituração, a apuração dos tributos com as receitas separadas por tipo de produto, o controle de estoque e a folha de turnos da loja de conveniência. O cuidado central é o cadastro: cada produto precisa sair do caixa com a regra fiscal certa, para evitar que o imposto seja pago duas vezes.
A loja de conveniência vende num só cupom produtos de mundos fiscais diferentes. Refrigerante e cerveja, cigarro, salgado feito na hora, sorvete e produto de higiene seguem regras próprias de ICMS e de PIS e Cofins.
O que mais gera erro é tratar tudo como uma receita só.
O porquê da regra própria da conveniência que fica dentro do posto está no artigo tributação da loja de conveniência do posto. Aqui está o que a GSL faz, mês a mês.

Como a apuração separa as receitas?
No Simples Nacional, a Lei Complementar 123/2006 manda separar, no art. 18, as receitas de produtos com tributação concentrada em uma etapa e as de produtos com substituição tributária. Sobre essas receitas, a parcela correspondente do imposto não é paga de novo no DAS.
Quem não separa paga a mais.
Para isso funcionar, a GSL confere a classificação fiscal dos itens no sistema do caixa e o relatório de vendas por produto, todo mês, antes da apuração. Produto novo no mix entra no cadastro com a regra conferida, não com a do item parecido.
Fora do Simples, no Lucro Presumido ou no Lucro Real, a mesma separação vale para o PIS e a Cofins, e a conferência dos créditos nas compras entra no fechamento mensal.

Loja dentro do posto: filial ou empresa própria?
Depende do faturamento, dos sócios e de como o posto está estruturado. Como filial, a loja fica no mesmo CNPJ e no mesmo regime do posto, que muitas vezes está no Lucro Presumido ou no Lucro Real.
Como empresa própria, ela tem regime, folha e resultado separados, e pode caber no Simples se cumprir as regras de participação societária.
A empresa própria dá clareza ao resultado da loja e isola riscos, mas custa mais para manter. A filial simplifica a rotina, mas mistura a margem da conveniência com a do combustível.
A GSL faz a simulação com os números reais antes da decisão.
Para o posto, a rotina fiscal do combustível está em controle fiscal para postos de combustíveis e a contabilidade completa em contabilidade para postos de combustível.
Como ficam estoque e folha numa loja que não fecha?
Estoque de conveniência gira rápido e perde por validade, quebra e furto. Cada perda precisa de registro, para que o estoque do balanço corresponda ao da prateleira e a diferença não seja tratada como venda sem nota.
A GSL organiza o inventário e a conciliação entre o sistema e a contabilidade.
Na folha, a loja aberta à noite paga adicional noturno: a CLT, no art. 73, fixa 20% sobre a hora entre 22h e 5h, com a hora noturna de 52 minutos e 30 segundos. Domingos e feriados seguem a convenção coletiva do comércio da cidade.
A GSL calcula a escala e mostra o custo de cada turno.
A rotina de pessoal está em departamento pessoal.
Como funciona o atendimento da GSL?
O atendimento começa pela análise da situação atual da loja: regime, cadastro dos produtos, apurações recentes e folha. Com o retrato, a GSL apresenta por escrito o escopo, o honorário e a data em que assume.
A rotina tem contato direto com quem cuida da conta, sem call center, e visita presencial quando o estoque ou a reunião pedem. Para o varejo alimentar maior, veja também a página de contabilidade para supermercados.

Perguntas frequentes
Loja de conveniência pode ficar no Simples Nacional?
Pode, se for uma empresa própria, com receita anual até R$ 4,8 milhões e dentro das regras de participação societária da Lei Complementar 123/2006. Como filial do posto, segue o regime do posto.
Por que a loja paga imposto a mais sobre bebida e cigarro?
Em geral, porque a receita desses produtos não foi separada na apuração. Eles costumam ter substituição tributária ou tributação concentrada, e a Lei Complementar 123/2006, art. 18, manda separar essas receitas no Simples.
A loja dentro do posto precisa de CNPJ próprio?
Não necessariamente. Ela pode ser filial do posto ou empresa própria. A escolha depende do faturamento, dos sócios e do regime do posto, e a GSL faz a simulação antes.
Como fica o adicional noturno na conveniência 24 horas?
A CLT, no art. 73, fixa adicional de 20% para o trabalho entre 22h e 5h, com hora noturna de 52 minutos e 30 segundos. Domingos e feriados seguem a convenção coletiva.
Como registrar produto vencido?
Com a baixa no estoque, o motivo registrado e, quando a regra pede, o estorno do crédito de imposto. Sem registro, a diferença de estoque pode ser tratada pelo Fisco como venda sem nota.
A GSL atende conveniências fora de posto?
Atende. A GSL cuida de lojas de conveniência em postos, em prédios comerciais e de rua, na capital e na Grande São Paulo.
Fale com a GSL
A sua conveniência separa as receitas na apuração? A GSL confere o cadastro dos produtos e apresenta o escopo por escrito. Fale com a GSL no WhatsApp.